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Reino - Zellyah

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1 Reino - Zellyah em Dom Abr 24, 2011 10:58 pm

cristiano939

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Ministro
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Zellyah

As 2 civilizações élficas mais antigas do continente, que devida a tamanha imensidão, resolveram selar um acordo, promovendo a união das 2 grandes tribos, e assim, se fundirem, em termos de comercio e parceria. Ambas sempre se viram como aliadas, pelas semelhanças e pela paz, que sempre mantiveram.
Uma delas era chamada de Colldor, nome de seu profeta fundador, era composta principalmente por elfos conjuradores. Uma sociedade democrática e correta que praticava uma boa vizinhança com as cidades próximas, e assim era também bem vista.
A outra possuía o nome de Zyrlon, era liderada por um grupo de sábios, sendo seu líder Zyllos. Sua sociedade era composta principalmente por guerreiros e arqueiros. Era uma sociedade mais fechada em si, possui relações muito estreitas com as demais cidades.
Colldor, após o novo mandato de seu líder, passou a se interagir mais com as cidades existentes, a partir disto, Colldor e Zyrlon passaram a se comunicarem cada vez mais e mais, e em uma de suas reuniões, foi onde Zellyah, a filha do líder de Colldor, encontrou Oroffin Elden, sucessor de Zyllos, se conheceram e passaram a viver o maior romance já visto por ambas as civilizações élficas. A paixão dos dois motivava as duas nações e era vista como o símbolo que representava a harmonia e uniam entre os dois povos.
Após o longo tempo que decorreu para as negociações se cessarem, já era certo, que aquele perfeito casal seria quem governaria o novo reino que se ergueria em breve. Foi decidido então, que a fusão oficial se daria junto casamento entre os futuros herdeiros, e então, não se foi poupado nenhum esforço para a cerimônia que se daria, onde todos os conhecidos foram presenciar a felicidade que o belo casal refletia já há muito tempo.
Chegado o tal dia, o reino de Zyrlon, onde se sucederia o evento, estava pronto a espera de seus hospedes, e Oroffin aguardava ansiosamente até a hora certa. Os convidados do reino de Colldor logo chegaram e sentaram, aguardando a chegada de seu líder e da noiva. Porem, dada a hora, todos ainda aguardavam a chegada deles, e foi logo ai que começou um ataque repentino. Os convidados de Colldor logo se revelaram e atacavam tudo e a todos no local, os guardas colldorianos, que haviam se juntado aos demais guardas da cidade, atacaram de surpresa os guardas remanescentes, e ao invés da chegada da noiva pelo portão, entraram os cavaleiros colldorianos, que lançavam ataques aterrorizantes em toda a cidade.
Como ninguém estava preparado para isso, e como o ataque havia sido muito bem bolado, logo os habitantes de Zyrlon logo estavam abatidos. Ninguém conseguira entender o porquê de tal ataque repentino, vindo de uma nação que sempre promovera a paz. Viram Zyllos ser assassinado na frente de todos junto ao seu grupo de sábios, viram os magníficos guerreiros serem mortos, e seus arqueiros aniquilados, tudo que sobrara foi o seu príncipe, que no meio da batalha havia conseguido fugir. Porém após uma longa busca por ele, não tardou muito para que fosse achado e encurralado, mas o conjurador que tentou mata-lo acabou por errar a magia e Oroffin caiu em um precipício, e imaginado que sozinho, fraco e indefeso, o príncipe não seria mais uma ameaça ao novo reino, isso se fosse capaz de sobreviver.
Depois de muito, Oroffin conseguiu recobrar a consciência no fundo da floresta, com tudo não estava sozinho, ao seu redor havia centenas de outros elfos, porém estes tinham um aspecto diferente em sua fisionomia, eles passavam um ar sombrio e frio a sua volta. O jovem príncipe então se levantou e sentiu seu coração bater muito rápido, como se tivesse a necessidade de estar perdendo alguma coisa e que precisava apenas sair correndo daquele local, porém antes mesmo dele conseguir colocar seus pensamento em ordem, um grande elfo o acertou um soco diretamente na barriga, o fazendo cair de joelhos.
- Oroffin Elden! O principe do reino de Zyllos! O reino onde apenas os privilegiados tem vez! O reino que descarta seus membros da sociedade como se fosse luvas velhas! UM REINO SEM VALOR E PODRE COMO LIXO! - disse o grande elfo dando um forte chute na cabeça do principe, enquanto todos a vota gritavam e o aplaudiam - é um prazer tê-lo connosco! Hoje você vai provar um pouco daquilo que o seu querido reino nos fez passar por todos esses anos!
Então os demais elfos o carregaram e o arrastaram por todo aquele lugar, que se parecia muito com um simples vilarejo ao pé da floresta, e enquanto isso todos aproveitavam para surrá-lo no caminho. Trancafiado em sua cela, Oroffin com o passar dos dias foi enlouquecendo, uma vez que todas as lembras do que acontecera em seu reino durante seu casamento surgiu em sua cabeça, ele se debatia nas grades e gritava, enquanto seu sangue fervia por ódio, e enquanto seu corpo se encontrava sem energia, permanecia no chão de sua cela, com apenas lembranças de Zellyah na sua mente, e então, o único músculo que ainda possuia forças para se movimentar era seu coração, que batia fortemente com esperança de revê-la novamente. A cada dia, o jovem príncipe era submetido a trabalho pesado e punições rigorosas, enquanto que nos momentos que não estava sendo judiado, sua própria cabeça o fazia, com fortes pensamentos e lembranças, e assim não possuia um único momento de paz durante todo aquele tempo.
Com o passar do tempo, Oroffin percebeu que se não fizesse nada, iria acabar morrendo naquele local pela mão daquelas pessoas, então decidiu concentrar-se em poupar energia, algo que a muito tempo não fazia. Então, logo pela manha, quando um guerreiro elfo tentou puxa-lo para fora da cela, Oroffin conseguiu abate-lo e roubar sua arma, e então usou de sua velocidade para tentar se fugir para algum lugar onde tivesse vantagem, porém sua tentativa foi logo derrubada por uma flecha que o atingiu em seu ombro esquerdo, que o fez desmaiar de imediato. Mais tarde ele acordou em no chão de sua cela sendo tratado por uma elfa, ele tentou levantar-se porem seu corpo não respondia aos seus comandos.
- Você foi atingido por uma flecha envenenada, você tem uma resistência boa - disse a elfa com um belo sorriso na cara.
- Quem...são...vocês? - Disse Oroffin com muita dificuldade.
- Nós somos aqueles que foram banidos das cidades elficas, expulsos por algum motivo, por isso não gostam de você aqui, eles culpam qualquer um que vive lá. Má sorte logo você cair da sua cidade, Elfos não costumam fazer muito isso, hehehe - respondeu ela enquanto tratava o príncipe no chão.
- E por que....aahh....não me deixam morrer?
- Bom, nem todos aqui gostariam de ver isso acontecer - disse ela, e com uma piscada de olho, se levantou e saiu, e então Oroffin acabou por desmaiar novamente.
Naquela noite, ele acordou com movimentos vindos de fora da sua cela, e então ele levantou, sentindo seu coração batento, ele enchergou a jovem Zellya correndo em sua direção e se agarrando às grades que os separavam, se atirando a ela, ele disse:
- Zellya! Como chegou até aqui? O que aconteceu? O que houve?
- Oro...saudades...não fui eu!...que bom que não te mataram....sinto sua falta....
- Mas o que foi aquilo? Como você me achou? Eles te machucaram?
- Eu sinto muito....não fiz nada....não fui eu....eu te amo Oroffin, eu te amo...
- O que esta acontecendo? Vamos sair daqui! Fale comigo Zellya! Fale comigo!
- Não posso!....Você que tem que me resgatar!....me tire daqui Oro....me tire daqui!...
- O que esta acontecendo?
- Eu te amo Oroffin....eu te amo...
No dia seguinte, O Príncipe acordara na mesma posição que havia dormindo, e com o que supostamente aconteceu na noite anterior na cabeça dele, mas agora em sua cabeça ele conseguia ver tudo de uma maneira mais clara. Zellya não podia estar ligada ao que aconteceu com seu reino, o que eles sentiam não podia ser algo falso, e agora ele precisava dela mais do que nunca! Precisava chegar até ela, e se perguntava se o que houve na noite anterior havia sido obra dela. Então, na mesma pose em que acordara, o Príncipe permaneceu até pensar como conseguiria ganhar sua liberdade, uma vez que consegui-la por si próprio se mostrara impossível.
Antes que fosse a hora dos anfitriões lhe fazer uma visita, ele levantou e gritou para a pessoa mais próxima da cela

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