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Reino - Grande Cemitério

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1 Reino - Grande Cemitério em Dom Abr 24, 2011 10:50 pm

cristiano939

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Ministro
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Grande Cemitério


Como todas as outras espécies, os mortos vivos se reunem, se organizam, comunicam e ate conseguem nutrir sentimentos uns pelos outros. Em vista disto, não é surpresa que eles tenham encontrado um lugar e chamado de seu. Um castelo subterraneo, de antigas criaturas agora é usado como corte de Lorde Boltagon, o rei gelado, dos mortos vivos.

Terreno: Grande Cemitério localiza-se numa ilha distante dos continentes principais e tudo nela pertence ao reino. O terreno é de planicie pouco fertil devido a energia negativa que os mortos vivos emanam. Uma neblina baixa cobre as regiões mais baixas do terreno.

Clima: O clima é de região temperada, altas variações de temperatura entre as estações do ano, é predominantemente frio.

Flora: A energia negativa que emana dos mortos vivos tornou o lugar pouco habitavel para plantas, portanto apenas as plantas mais resistentes como as de região seca se mantiveram como eram, as outras foram corrompidas e tornaram-se feias, distorcidas e de cheiros fortes. Existem florestas em boa parte da ilha, plantadas e replantadas pelos mortos vivos para terem lenha e madeira constantemente.

Fauna: Contaminados pela energia maligna dos mortos vivos, os animais sucumbiram ou se tornaram especies distorcidas do que já foram.

Arquitetura: As moradas e construções são feitas todas de pedra trabalhada e requintada. Os mortos vivos restauraram a antiga beleza do castelo subterraneo, acrescentando apenas seu tom sombrio.

Economia: A economia da cidade gira em torno de Extração Mineral e Vegetal, Forja de Armas e serviços mercenários. Sob ordens de Boltagon, alguns mortos vivos fizeram uma grande muralha a leste do Grande Cemitério onde plantam vegetais e criam animais para sustentar os mortos vivos. Na área alimentícia, o prato favorito é carne humana, por isso algumas expedições de soldados vão até as pequenas cidades e os levam como rebanho.
Existe um pequeno comercio entre Grande Cemitério e outros povos rejeitados pelos Humanos, Elfos e Anões. Orcs, Trolls e alguns grupos de mercenários que rodam ou vivem próximos ao Grande Cemitério comercializam entre si e são fortalecidos pelo reino sombrio.

Religião: Os mortos vivos tem uma forte crença em Meikar, a deusa do fim de tudo, mas não recebem poderes da Deusa. Por esses motivos a maior fé da região é depositada na força do reino. Organização Militar: Lorde Boltagon possui incontáveis soldados sob seu comando que o seguiriam ate o fim do mundo, principalmente se isso os envolve na vingança contra os clérigos que tentaram bani-los do mundo.
Os soldados são organizados em batalhões como são feitos com humanos. Batalhões de arqueiros, lanceiros, infantaria, até mesmo cavalaria. Os rituais de ressurreição começaram a ser feitos com montarias.
Lorde Boltagon inspeciona uma vez por semana seus soldados e os incita a guerra e a luta. Logo depois manda alguns soldados em pequenos grupos para capturar recursos e trazer para o reino.
Visto que Grande Cemitério é uma ilha isolada dos outros continentes, a marinha desse reino é bem desenvolvida. Barcos velozes e pouco armados são a preferencia dos soldados de Boltagon. Sua bandeira é uma carranca de caveira na frente dos navios.

Armas: Os mortos vivos não possuem armas favoritas, pode-se encontrar de tudo entre eles. A maioria prefere se armar com espadas, por serem mais faceis de se encontrar entre suas vitimas e são mais faceis de se fabricar.

Armaduras: Os mortos vivos não possuem armaduras favoritas, visto que eles podem ter qualquer função como os humanos e outras raças. Na frente das armaduras e escudos existe o simbolo de um cranio azul como se estivesse congelado.

Raças: Apenas mortos vivos podem ser encontrados andando nas ruas de Grande Cemiterio. Todos os vivos se tornam alimento para essas criaturas sinistras.

Características: O reino não é apenas feito de guerreiros, alguns mortos vivos se cansaram da vida de guerras e preferiram encontrar oficios remunerados, como ferreiros, agricultores e pecuaristas.

Politica: Não existem partidos políticos, parlamentarismo nem nada, todos são súditos de Boltagon e ninguém reclama ou é contra isso. E ele não desaponta seu povo, cuida bem de cada um dos mortos vivos que habitam Grande Cemitério. Existem pequenos povoados de Orcs e Trolls e ate mesmo de mortos vivos que possuem seus lideres, mas todos são vassalos do Rei Gelado.


Historia:
- Andem por aquela direção na colina seus imprestáveis! Temos que achar o corpo dele antes que os clérigos nos vejam. – Disse uma voz cadavérica.
- Huuu...o grande mago das trevas tem medo dos clérigos. – Falou outra voz cadavérica em tom zombeteiro.
Podia-se ouvir que estavam cavando e remexendo na terra usando pás e que eram muito mais do que apenas duas pessoas.
- Aqui ! Achei! Achei! – Gritava uma das criaturas que escavavam.
De súbito batidas, mais batidas. Pareciam estar arrancando madeira podre e pregos enferrujados, ate que: Luz!
- Ei! Rob encontrou, venha aqui nacromante, vamos usar seus poderes para algo útil.
- Tens sorte de que você se faz necessário aqui, nesse momento, mas não te preocupes, assim que o General Boltagon acordar você se tornará tão dispensável quanto os sem-mente.
- Diga o que quiser, faça seus truques, estamos aguardando isso a tempo demais.

O suposto necromante, se concentrava e fazia ruídos estranhos, parecia ranger os dentes.
- Os clérigos chegaram! Peguem as armas, ugh! – som de flechas perfurando.
- Faça o seu ritual necromante, apresse-se, eu e os meus homens vamos mante-lo tempo o suficiente para...
- Silencio verme, cuide do que tem que fazer. Boltagon não despertará se você me importunar para sempre.
Tendo dito isso, o suposto General avança com suas tropas sobre os tais clérigos que os atacavam e perseguiam.
- Mão das trevas resgate o brilho que se foi
- Avancem, não deixem que eles os flanqueiem.
- Aprisiona-o de volta na carcaça, torna-o um dos seus.
- Eles são muitos não vamos conseguir vence-los a tempo!
- A noite o chama, as trevas necessitam de mais um.
- Acabou criaturas fedorentas – disse uma voz de homem, imponente e ameaçadora.
- Trevas marquem-no, para que desse mundo ele não se vá...
- Acabou feioso. – Disse outro homem, dessa vez muito mais próximo do que os outros.
- ...para lugar algum! – Terminou o necromante deixando um papel no caixão que acabará de abrir e despejar sua magia.
O som de uma lâmina cortando o vento, ate atingir um pescoço, fazendo um corpo cair inerte, sobre o caixão do General Boltagon.

As trevas o chamam Boltagon.De agora em diante não tens sobrenome, não tens passado, apenas habilidades que as trevas lhe permitem ter. Não tenha medo do meu abraço, hei de trazer-lhe de volta para onde é chamado.

O corpo do necromante jazia sem vida, abaixo dele, uma criatura se debatia, assustada, empurrando o esqueleto e restos pútridos para cima, com toda a força e desespero que tinha.
Livre, assustado, confuso, era como se tivesse acabado de acordar bruscamente de um sonho, só que, não conseguia lembrar de qual era. Aquele era o General Boltagon, líder do maior exército que aquela terra já tinha visto, há duzentos anos atrás, quando os reinos velhos estavam em seu auge.
Boltagon olhava com dificuldade para frente. Enxergava apenas borrões. Sua vista ainda não havia se acostumado com a luz. Sorte dele, assim tomava um susto de cada vez.
- Tenha calma Boltagon – falava uma voz em tom cauteloso, como se estivesse com medo, esse estava logo a sua direita. – não se desespere, e tente não se assustar muito.
O General não fazia idéia do que aquele homem dizia, mas já estava assustado, sua visão agora voltava aos poucos e ele não fazia a menor idéia de onde estava ou como foi parar ali.
- Onde, estou? – Dizia Boltagon baixinho.
- No último lugar onde fora deixado.
- No campo de batalha de Krenir? – Gritou o recém desperto.
- Huuuum..Não, na colina dos mortos, esse sim é o último lugar que fora deixado. Depois de ter morrido é claro.
- Quer dizer que eu morri?
- Se olhar bem para suas mãos, meu senhor, notará que ainda está morto.

Boltagon olhou para suas mãos e viu dedos roxos, cadavéricos, e no indicador e polegar da mão direita podia ver que restaram apenas ossos, enquanto os outros alternavam em uma parte com carne e músculos e outras feitas apenas de ossos.
- O QUE É ISSO? – Urrava o General Morto.
- Acalme-se, são suas mãos novas, quer dizer, as velhas de jeito novo.

O General quase desmaia de susto, mas o homem a seu lado, não deixava, ficava falando com ele, e olhando em seus olhos. Sorte de Boltagon que sua vista não estava perfeita, pois aquele homem não possuía um dos olhos e sua mandíbula pendia por um fio do rosto.
O recém desperto ficava pensando na sua vida antiga, tentava reconstruir cada detalhe em sua mente, mas as memórias iam se apagando pouco a pouco, se lembrava de ser casado, mas não lembrava o nome dela, conseguia lembrar de sua fisionomia apenas.
- Quem é você? – Perguntou o general desesperado e aos berros.
- Ssssh! Não grite nem faça muito barulho, os clérigos podem voltar e nos matar de vez.
- Clérigos? Matar? Eles nos curariam, não?
- Para eles nós somos a doença personificada. Agora vamos ao que interessa para que você compreenda tudo. Se não me engano tem um pergaminho amarelo ai do seu lado.

Realmente havia um pergaminho amarelo, esfarrapado, ao lado de Boltagon. No pergaminho estava escrito um endereço, um nome de uma cidade e uma palavra tida como senha.

Os dois mortos vivos seguiram nas sombras, andando apenas nas trevas da noite, e caçando durante o dia. A cada nova manhã, Boltagon esquecia seu passado e estranhamente ficava mais e mais determinado a chegar naquele endereço.
Os dois conversavam e revelavam mistérios um ao outro. Boltagon ensinava ao outro morto vivo técnicas de batalha, enquanto ele aprendia mais e mais a ser um morto vivo.

A hora da prova chegou; numa das noites Boltagon e o outro morto vivo encontraram um grupo de clérigos. O antigo General sentiu uma antiga vontade de ser humano, curado da doença que impregnava seu corpo com morte.

- Ei! Vocês! Me curem! – Disse Boltagon indo na direção dos clérigos abanando os braços.
- Vejam um morto vivo! Vamos Elimina-lo! – Bradou um dos três clérigos para os outros.
- Essa não, ele está se metendo com gente da pesada. – Lamentou o outro morto vivo que o acompanhava. Esse tirou imadiatamente um machado das costas e uma adaga de dentro das calças, e avançava lentamente escondendo nas árvores esperando uma chance de dar cabo dos três.
- Iremos curar sim, sua praga, vamos curar o mundo de pestes como você!

E a batalha teve inicio, os três clérigos investiram de uma vez contra Boltagon. O general percebeu o olhar dos clérigos, chegando a conclusão que esses não iriam traze-lo de volta a vida. Queriam transforma-lo de morto-vivo em Morto-Morto.
Boltagon pegou um galho grosso que estava próximo a ele entrou na batalha contra os três clérigos.
O primeiro vinha correndo em sua direção, pulando com sua maça pronta para esmagar o crânio do general. Esse não teve sorte, Boltagon o atingiu antes no rosto, levando-o a inconsciência com um único golpe.
- Muito bem, quem será o próximo? – Bradou ferozmente o antigo general, cheio de fúria no coração pútrido, perdendo o desejo de voltar a ser humano e estranhamente sentindo como se fosse um morto vivo desde o principio dos tempos.
- Serei eu criatura, vamos ver como se sai contra magia! – Disse um dos clérigos que começara a fazer suas orações pedindo poderes a seu Deus, e em seguida lançando um raio de luz dourado na direção do morto vivo.

Se não possuísse ótimos reflexos boltagon teria sido subjugado naquele disparo. O antigo general foi para trás de uma árvore, que explodira assim que a luz doirada a atingiu.
Para ganhar tempo, o morto vivo pegou a primeira pedra que encontrou e jogou, atingindo em cheio a cabeça do clérigo que o atacara.

- Não se preocupe, eu acabo com ele...uuuurgh! – Gritou o outro clérigo, sendo trespassado pela adaga do morto vivo que acompanhava Boltagon.
- Sobrou apenas você! Mas você não morrerá, você será uma mensagem! Vou surra-lo ate quebrar seus braços, mas não vai morrer.

E assim fez Boltagon: surrou o clérigo ate que ele não agüentasse andar, mandando uma mensagem, para os outros clérigos. – Qual mensagem queríamos passar, Boltagon? – Perguntou o outro morto vivo. “Deixem-nos em paz”.

Os meses se passaram, e Boltagon reuniu um grande número de Mortos Vivos. Mais de quinhentos deles. Começaram a atacar ferreiros de pequenas cidades para obter armamentos e proteção. Marchavam em direção ao mar, atacando e destruindo tudo o que viam pela frente. Comiam a carne daqueles que matavam, e a cada nova cidade pilhada e destruída, pegavam mais e mais riquezas, armamento e mantimento.
Finalmente o exército de mortos vivos de Boltagon, o General Gelado, como ficou conhecido, chegou ao endereço que estava escrito no papel amarelo. Seus soldados não se importavam com o que seu líder queria, mas sentiam-se fortes e vigorosos, não eram presas dos clérigos mais, eram criaturas, como todas as outras, com direito a uma “não vida”.

Ate chegaram onde o pergaminho amarelo indicava. Era uma espécie de caverna com um portão sombrio fechado, de madeira envelhecida, e dois guardas, de armadura de metal completa e duas lanças curtas em suas mãos. Eles portavam elmos de metal que escondiam suas faces cadavéricas e mortas.

- Finalmente chegou, General, estávamos apenas esperando suas ordens. Muitos chegaram antes de você, e nossos números aumentaram mais do que esperado. Bem Lorde Boltagon, entre por favor, não temos mais tempo a perder! – disse um guada.

O sentinela que os recebera, deu duas batidas no portão, e ele se abriu. Revelando uma caverna iluminada por tochas, e um exército de mortos vivos, armados e protegidos por armaduras e escudos e todos batiam suas espadas nos escudos ou os pés no chão gritando: Salve Boltagon! Salve Boltagon!
Dentre os mortos vivos, um se destacou, por usar um sobretudo vermelho, bordado com desenhos e runas estranhos. Parecia ser um mago, poderoso. Esse passou por todos os mortos vivos soldados ate chegar ao lado de Boltagon.

- Esse é o salvador que todos nós esperávamos! Aquele que vai nos levar na busca pelo castelo subterrâneo, lugar que nossos antepassados possuíam antes que os clérigos os destruíssem de vez! Vamos ocupar o nosso lugar de direito!
- Castelo Sombrio! Castelo Sombrio! – Gritavam e urravam felizes.

Boltagon experimentou o que era ser um rei, desde o primeiro momento. Leu todas as antigas lendas sobre o castelo das Criaturas Tumulares. Até desvendar num mapa o lugar mais provável que encontrariam seu tesouro.
Semanas se passaram, em que Boltagon treinou soldados, capitães, tenentes e generais, enquanto batedores iam montados em cavalos espectrais atrás do lugar que ele estimava.
Dentre todos os soldados, magos, generais, e alquimistas, Boltagon se tornara o Rei Gelado.
Aproximadamente dois meses depois do inicio da missão, os batedores voltaram, dizendo que encontraram ruínas possuídas por outras criaturas, como aranhas gigantes e outros monstros que adoram a escuridão.
Juntaram as tropas, três mil soldados, em direção as ruínas das Criaturas Tumulares. Em pouco tempo, conseguiram expulsar todos os monstros irracionais e fazer com que todos os racionais se juntassem a eles. Logo todo o Batalhão de Boltagon ocupava o Castelo Subterrâneo e lhe deram um novo nome: Grande Cemitério.
O Grande Cemitério é um castelo Subterrâneo usado anteriormente pelos Mortos vivos mais antigos, que eram tidos como Criaturas Tumulares. Agora seus novos ocupantes são seus descendestes.
Os habitantes são exclusivamente Mortos – Vivos e outras criaturas sombrias, como espectros, fantasmas e outros seres do alem vida. Todos sob o comando de Lorde Boltagon, o Rei Gelado.
A cidade possui muitos guerreiros, ladinos, e necromantes. Pouquíssimos seguem o caminho da magia.
A cidade estava escondida junto com um tesouro profano, acumulado pelos antigos mortos vivos, deixados lá para não infectarem o resto do mundo. Agora tornara-se o tesouro real, usado em prol daqueles que habitam a cidade.
Nem todos são combatentes, alguns mortos vivos, já estão nesse mundo a tempo suficiente para terem se cansado de lutar, e assim começaram uma nova vida, procurando empregos para sustentar a si mesmo e a suas famílias.
Por ser embaixo da terra, a cidade facilita e muito a mineração, sendo assim, novos túneis vão sendo abertos e abrigando mais e mais mortos vivos que chegam com o tempo.
Um rio que passava próximo ao Grande Cemitério, foi desviado para dentro da cidade, e nele derramado uma poção de veneno que o transformou num rio venenoso para aqueles que possuem vida, e revigorante para os que estão alem dela.

2 Re: Reino - Grande Cemitério em Qui Nov 29, 2012 6:04 am

Bb (Riza)

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Lua essa descrição ainda é valida?

3 Re: Reino - Grande Cemitério em Qui Nov 29, 2012 4:48 pm

thomasfplm

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Meikar é deusa da noite, não "do fim de"tudo"

4 Re: Reino - Grande Cemitério em Qui Nov 29, 2012 5:43 pm

Faelon

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A Última Noite é o Apocalipse, pregado pela Igreja Aeriana como sendo causado por Meikar... ^^

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5 Re: Reino - Grande Cemitério em Qui Nov 29, 2012 6:13 pm

thomasfplm

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Então isso teria que ser colocado lá na descrição.

E que tal se para oa adoradores de Meikar o Apocalipse ser o dia final?

6 Re: Reino - Grande Cemitério em Sex Nov 30, 2012 10:19 am

Faelon

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Na, adoradores de Meikar buscam o oculto. Duvido que eles acreditem em "fim do mundo". Meikar não é deusa pra quem quer salvação...

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7 Re: Reino - Grande Cemitério em Sab Dez 01, 2012 10:20 am

Bb (Riza)

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Aquele momento onde o lua não respondeu a minha pergunta ¬¬'

8 Re: Reino - Grande Cemitério em Dom Dez 02, 2012 1:00 pm

cristiano939

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Ministro
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Aquele momento em que eu fico super feliz em saber que duas das minhas maiores criações de cenário, O Grande Cemitério e lorde Boltagon, ainda estão aqui uhul!

9 Re: Reino - Grande Cemitério em Dom Dez 02, 2012 9:18 pm

Faelon

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Completamente válida, Bb! Não só válida como é a caralha voadora que nos espera se nós resolvermos cruzar o mar.

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10 Re: Reino - Grande Cemitério em Dom Dez 02, 2012 9:20 pm

Faelon

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E Cris, tudo de cenário que vc postou aqui continua no cenário. Algumas coisas mudaram com o tempo, enquanto outras continuam quase iguais. Brucara, por exemplo, tornou-se uma espécie de reino, bastante grande. Mas acho que vc já deve ter lido sobre isso, por que me parece que vc está lendo coisas e situando um certo personagem no mundo.

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